A China aboliu hoje formalmente os campos de «reeducação através do trabalho» e aprovou maior flexibilidade à política de filho único, revelou a imprensa estatal.

As decisões, que já eram conhecidas, foram formalmente tomadas pelo Comité Permanente do Congresso Nacional Popular no final de uma reunião de seis dias, refere a agência Xinhua.

A decisão de encerrar os campos de reeducação ¿ criados há mais de meio século ¿ encerra uma cortina sobre um detalhe sombrio da história moderna do país que tem sido criticada por grupos de direitos humanos e que, agora, as autoridades admitem não serem mais viáveis.