O conselho de segurança da ONU já condenou o rapto, em massa, de duzentas raparigas na Nigéria. E a campanha para a libertação imediata das alunas nigerianas conta com o testemunho de peso de Michelle Obama. Esta de «coração destroçado».

Faltam quatro dias para passar um mês sobre o rapto maciço de alunas nigerianas. Mais de duzentas jovens foram sequestradas, a 14 de abril, pelo grupo radical islâmico, Boko Haram, o que provocou uma onda de indignação global.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, nomeou um enviado para o país para ajudar nas buscas e o Conselho de Segurança das Mações Unidas condenou o rapto.

Os movimentos diplomáticos surgem depois da amnistia internacional ter denunciado que os militares da Nigéria tinham sido avisados de um ataque à escola, mas demoraram mais de cinco horas a atuarem.

Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e China são alguns dos países que já ofereceram ajuda às autoridades nigerianas para encontrar as raparigas nas mãos do grupo terrorista.