As autoridades das Filipinas elevaram esta segunda-feira para 3.976 o número de mortos na sequência da passagem do tufão Haiyan pela região central do país.

De acordo com o mais recente balanço do Conselho Nacional de Gestão e Redução do Risco de Desastres filipino, o tufão causou ainda 18.175 feridos e 1.598 desaparecidos.

Um balanço oficial anterior dava conta de 3.681 mortos, 12.544 feridos e 1.186 desaparecidos.

O mesmo organismo indicou que 10,3 milhões de pessoas foram afetadas pelo tufão, das quais 353.862 estão alojadas em 1.550 centros de abrigo.

Pelo menos 288.922 casas foram destruídas e outras 282.884 sofreram danos em 574 municípios, estando os danos causados pelo tufão calculados em 10.300 milhões de pesos (175 milhões de euros).

Cerca de 23 mil pessoas participam nas operações de resgate nas zonas afetadas pelo tufão, para as quais o Governo filipino destinou 119 milhões de pesos (dois milhões de euros).

Dois navios de guerra norte-americanos e um avião britânico com mais ajuda humanitária chegaram no domingo à zona afetada.

O Haiyan, com ventos de até 315 quilómetros por hora, foi o tufão mais forte já registado e o terceiro desastre mais mortífero na história recente das Filipinas.