O aperto de mão entre Barack Obama e Raul Castro, que marcou as cerimónias fúnebres de Nelson Mandela, esta terça-feira, na África do Sul, «não foi planeado», garante a Casa Branca.

«Os dois apenas trocaram cumprimentos, não foi uma discussão importante», afirmou um porta-voz da administração norte-americana, citado pela Reuters.

O momento tem sido destacado durante todo o dia nos meios de comunicação social devido à importância histórica da aproximação (neste caso física) entre o presidente norte-americano e o homólogo cubano.

Obama cumprimentou Castro antes de discursar no estádio de Joanerburgo onde decorreram esta terça-feira as cerimónias fúnebres de Mandela.