Em 2009, Laura Lundquist, então com 98 anos de idade, foi acusada de homicídio não qualificado. A sua colega de quarto com 100 anos, foi encontrada morta com um saco de plástico na cabeça, no lar onde ambas residiam. Cinco anos depois, o processo contínua pendente, apesar de, na altura, a idosa ter sido declarada como «inimputável» por sofrer de demência, escreve o «Huffington Post».

Agora, com 102 anos de idade e internada num hospital psiquiátrico, Laura aguarda que a justiça encerre o processo. O caso remonta a 2009 e aconteceu numa casa de repouso em Massachusetts, nos Estados Unidos.

Scott Barrow, filho de Elizabeth Barrow, a colega encontrada morta, já afirmou que não espera que Laura vá a julgamento e o próprio reconhece que seria o mesmo que «levar uma criança de dois anos a tribunal».

Laura Lundquist, é a pessoa mais velha acusada de homicídio na história do Estado de Massachusetts. Apesar do Ministério Público não esperar que o caso vá a julgamento, como a idosa tem sido avaliada de três em três meses, as declarações médicas a comprovarem a sua doença, continuam a dar entrada no tribunal e o processo ainda está pendente.

No entanto, Scott Barrow aguarda decisão sobre uma ação judicial movida contra o lar de idosos. Em 2012, um juiz decidiu a favor da casa de repouso e não encontraram nenhum motivo para avançar com um processo por negligência. Mas Scott Recorreu da decisão.