O ator Tom Sizemore foi apanhado, numa gravação, a garantir que o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton, e a sua ex-namorada, a atriz Elizabeth Hurley, tiveram um caso. Garantiu mesmo que tinha sido ele a dar o número da atriz a Clinton, durante uma visita à Casa Branca. Horas depois, negou as próprias palavras. A história «era inventada» e tinha sido contada sob o «efeito de drogas duras», escreve o «Daily Mail».

O ator alegou numa entrevista ao «HuffPostLive», com o seu advogado ao lado, que a gravação agora tornada pública, tem vários anos e foi feita quando a sua dependência de drogas estava no auge. Apesar de não negar as palavras que disse, confessa que nem se lembra de as dizer. Aliás, Tom Sizemore, agora com 52 anos, garante que nunca foi à Casa Branca, nem conheceu Bill Clinton.

Na gravação, divulgada quarta-feira, Sizemore conta que em 1998 esteve na Casa Branca por causa de uma gravação para o filme «O Resgate do Soldado Ryan» e conheceu o presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton. Este ter-lhe-à pedido o número de Elizabeth Hurley, a sua ex-namorada. Primeiro hesitou, mas Clinton levou-o para uma sala à parte e disse-lhe «que era o comandante supremo do país e exigiu o número de telefone».

Nesse mesmo dia terá telefonado a Hurley e enviado um avião privado para a ir buscar a Los Angeles.

Pouco tempo depois de ser divulgada a gravação Elizabeth Hurley negou, de imediato, através do Twitter, que alguma vez tenha tido um caso com Bill Clinton.

Apesar de ainda não ter falado com a ex-namorada, o ator aproveitou a entrevista ao «HuffPostLive» para pedir desculpa, a ela e ao ex-presidente dos Estados Unidos.

Quanto à origem da gravação, Sizemore diz que durante a pior fase da sua dependência de drogas duras, 2006, deu-se com pessoas «duvidosas e questionáveis» e que estas terão gravado aquela conversa.