“Os quatro elementos da AMI que ainda estão em Katmandu relataram-nos, numa mensagem via Facebook, que sentiram o hotel onde estão alojados abanar violentamente, mas, [este] não chegou a ruir. Disseram que o sismo foi muito forte”, declarou à agência Lusa Fernando Nobre, que regressou do Nepal na segunda-feira à noite.


“Eu regressei ontem [segunda-feira] à noite. Inicialmente éramos seis e agora ficaram lá quatro, que deveriam permanecer no Nepal mais uma semana. Este novo abalo vem piorar ainda mais a situação. Se se justificar, temos de rever a nossa ajuda no terreno”, adiantou.


“A AMI decidiu ajudar 10 aldeias a cerca de 70 quilómetros a nordeste de Katmandu

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O que não ruiu da primeira vez deverá ter ruído agoraO trabalho de emergência já tinha acabado e tinha começado o trabalho de reabilitação

novo por um sismo forte, de magnitude 7,3 na escala de Richter


Governo diz que não há informações de problemas com portugueses 




“Não sei, como deve imaginar, nós não temos lá representação. O que pode acontecer é alguém que tenha alguma dificuldade, possa fazer algum contacto (com as autoridades portugueses)”, afirmou o secretário de Estado.

“Para todo os efeitos, os (portugueses) que tinham de sair, saíram e só ficaram efetivamente os que estão envolvidos em atividades sejam elas humanitárias ou profissional”, sublinhou José Cesário.