Quatro hospitais e um banco de sangue foram bombardeado na Síria, na últimas 24 horas.

O balanço de mortos e feridos não foi ainda divulgado, mas, segundo a organização de médicos independente que denunciou o caso à AFP, um bebé de dois dias acabou por falecer, uma vez que o ataque ao hospital pediátrico provocou um corte de energia de nove horas, deixando o recém-nascido sem oxigénio.

A ONG Independent Doctores Association publicou um vídeo no Youtube, com o ataque ao hospital pediátrico. 

 

 

Estas unidades de saúde bombardeadas, uma delas pediátrica, situam-se todos na região de Aleppo, uma das mais fustigadas pelos combates. Há mais de uma semana que os bairros do lado leste de Aleppo estão sitiados pelas forças do regime.

Ainda na semana passada, outro hospital foi alvo de ataques nesta região e não é novo o bombardeamento destes locais em que a morte ocupa o lugar onde só se querem salvar vidas. Agora, tanto o hospital pediátrico como os outros três não podem funcionar. 

Aliás, segundo a Organização Mundial de Saúde, a Síria é o local mais perigoso do mundo para os profissionais de saúde:135 hospitais atacados durante o ano de 2015.

A guerra civil na Síria já matou 280.000 pessoas desde 2011.