“Os desaparecimentos forçados feitos pelo Governo fazem parte de um ataque friamente planeado e generalizado contra a população civil. Isto são crimes contra a humanidade e integram uma campanha cuidadosamente orquestrada para espalhar o terror e esmagar o mais pequeno sinal de dissidência no país”, acusa o diretor da Amnistia Internacional para o Médio Oriente e Norte de África, Philip Luther, citado em comunicado.