Um homem de 43 anos está em prisão preventiva suspeito de matar sete mulheres.

A descoberta do corpo de Afrikka Hardy, de 19 anos, perto de Gary, no Indiana, Estados Unidos, foi a ponta de um novelo que ainda pode ter muito para desfiar. Depois da descoberta do cadáver desta jovem, a polícia encontrou outros seis na mesma área. E não descartam a possibilidade de haver mais vítimas e de estarem perante um serial killer.

Darren Vann, de 43 anos, cumpriu cinco anos por agressão sexual a uma mulher de 25 anos, no Texas e estava em liberdade desde 2013. Foi nessa altura que decidiu mudar-se para o Indiana.

Presente a um juiz na quarta-feira, indiciado de violação e homicídio da jovem de 19 anos, Vann não gostou de ver a comunicação social em peso no tribunal e foi levado da sala de audiência por distúrbios.
A nova audiência ficou marcada para 29 de outubro e o tribunal deixou um recado ao advogado de defesa, para que avisasse Vann de que pode passar o resto da vida na prisão se se recusar a falar.
Entretanto, também na quarta-feira, o Ministério Público indiciou Darren Vann de um outro homicídio. Anith Jones, de 35 anos, que estava desaparecida, de acordo com a CNN.

Os exames forenses e a análise das chamadas e mensagens feitas do telemóvel de Vann podem provar a sua relação com os outros cadáveres descobertos. A polícia está ainda a passar a pente fino 120 propriedades em busca de novas provas ou novos cadáveres. Muito terreno para palmilhar por parte dos investigadores em busca de crimes que podem ter ocorrido há vinte anos.