Mais de mil refugiados continuam retidos em centros de detenção ou abrigos na Malásia, Tailândia e Indonésia um ano depois de ali desembarcarem. Segundo fontes oficiais da Organização Internacional para as Migrações (OIM), estes refugiados foram abandonados por traficantes no Oceano Índico.

Dos 5.543 bengalis e rohingyas, minoria muçulmana birmanesa, que partiram no ano passado do Bangladesh e da Birmânia, 1.132 permaneciam, no final de abril, nesses três países, segundo a OIM.

A maioria dos que continuam retidos são rohingyas, minoria que foge de perseguição na Birmânia, onde as autoridades não lhes reconhecem cidadania.