Josie Conlon descobriu que tinha cancro da mama depois do seu cão, um Border Collie de dois anos, ter começado a chorar, cheirar e acariciar-lhe a zona do peito com frequência.

«Foi nesta altura que me disseram que tinha um tumor, particularmente agressivo, e que estava a crescer rapidamente», contou ao The Telagraph.

Caso a mulher de 46 anos, de Stockton-on-Tees, em Inglaterra, tivesse ignorado as manifestações de Ted, o amigo de quatro patas, não teria sido possível diagnosticar a tempo o agressivo tumor de grau três, e removê-lo no final de 2014.
 
Ted era um cão de busca e salvamento, e por isso muito carinhoso com Josie. 

«Quando recebi os resultados do hospital e me foi dito que o cancro não se tinha espalhado, o alívio que senti foi incrível, e é tudo devido ao Ted», contou após receber a maravilhosa notícia esta semana.


A dona tem pela frente 18 semanas de quimioterapia e 4 de radioterapia para garantir que o cancro não volte a atacar, mas o prognóstico é bom.

Com três filhos e o fiel amigo, que se acredita que nas mãos d os antigos donos sofreu um golpe na cabeça e foi preso numa caixa de transporte durante algum tempo, Josie pretender alertar as outras pessoas para a importância de não ignorar os sinais que estes animais nos dão.

«Penso que o mais provável é que muitas pessoas afastem os cães quando começam a arranhar o peito, mas os donos devem notar nos sinais que dão, porque o Ted salvou mesmo a minha vida», concluiu.