Dez antigos funcionários de um restaurante McDonalds naVirginia, nos Estados Unidos, deram entrada, na quinta-feira, a uma ação contra a cadeia de restaurantes por discriminação racial e assédio sexual.

Os nove antigos trabalhadores afro-americanos e um hispânico trabalhavam em três dos restaurantes do grupo, detidos pelo franchisado Michael Simon.

Mas, o processo, apoiado por uma organização local que pede melhores condições de trabalho para os trabalhadores dos restaurantes de fast-food e pela Virginia National Association for the Advancement of Colored People (uma associação contra a discrinação racial) quer ir muito mais além, responsabilizando a marca e a companhia McDonalds pelas condições de trabalho nos franchisers.

Em sua defesa, a McDonalds, num comunicado citado pela BBC, refere que o «McDonalds tem uma longa história de inclusão, no que toca a franchisados, clientes ou fornecedores, pelo que a discriminação é completamente avessa aos nossos valores».

«A McDonalds partilha com os seus franchisados um compromisso de bem tratar todos aqueles que trabalham nos nossos restaurantes».


Mas a marca entende que a responsabilidade pelo respeito das condições de trabalho nos seus restaurantes é dos franchisados.