Uma ativista dos direitos afro-americanos, nos EUA, ocultou as suas origens, maquilhando, literalmente as suas origens. 

A revelação foi feita pela mãe da própria Rachel Dolezal, de 37 anos. Garantiu ela que a filha tentou fazer passar a ideia de que tem origens africanas, “disfarçando-se” desde 2006 ou 2007.

“É muito triste que a Rachel não esteja a ser ela própria”, disse a mãe, Ruthanne Dolezal, ao jornal The Spokesman-Review, publicação de Spokane, a cidade do estado de Washington em que Rachel presidente ao capítulo local da Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor.  

Ruthanne Dolezal, que não fala com a filha há anos, disse que as origens da família são checas, suecas e alemãs. Admitiu que há ligações muito ténues a antepassados índios, mas não raízes africanas. 

“A sua eficácia em causas da comunidade africo-americana seria muito maior (...) se ela tivesse sido honesta com toda a gente”, acrescentou Ruthanne Dolezal.