Em Manchester apareceram, em apenas seis anos, 61 corpos num canal do rio que atravessa a cidade. O mistério está a intrigar as autoridades, uma vez que continuam por identificar 22 vítimas, segundo noticia o Metro.uk, o que levou o diretor do departamento de psicologia da Birmingham City University, a afirmar que pode tratar-se do «trabalho» de um serial killer.

«É muito improvável que um número tão grande de corpos represente apenas casos de suicídio», afirmou o professor Craig Jackson ao jornal Daily Star. «Os canais não são sítios comuns no que toca a padrões de suicídio, mas sim enquanto locais para ‘despejar’ corpos», acrescentou.

No entanto, a polícia insiste que não se tratam de casos suspeitos rejeitou a possibilidade da existência de um serial killer.

«A polícia de Manchester está empenhada em investigar minuciosamente cada morte inexplicada e em identificar cada potencial suspeito. Nenhuma das nossas investigações são realizadas de forma isolada e, como já foi dito, nenhuma ligação entre os vários incidentes registados foi estabelecida», afirmou aquela força de segurança.

De acordo com o Metro, não foi possível determinar as causas da morte de todas as vítimas. Houve mesmo casos de pessoas que foram encontradas com feridas suspeitas.

O caso como mais repercussão é o do barman Chris Brahney, de 22 anos, que foi encontrado no mesmo canal depois de ter desaparecido em Heaton Park. Segundo a publicação, a causa da morte do jovem não foi identificada.
 

Outro dos casos misteriosos é o do turista Anthony Muise, de 53 anos, que foi encontrado no canal em 2010 depois de sofrer um perfuração no peito.