“Hermés acessórios para matar”. É esta frase que se pode ler nos cartazes dos ativistas da PETA que esta terça se manifestaram frente a lojas da marca Hermès, conhecida por usar pele de crocodilo e jacarés, nas suas malas e acessórios.

A modelo australiana Rochelle Relf, foi uma das ativistas que se pintou de verde, como um crocodilo, e simulou sangue com tinta vermelha a escorrer do seu corpo. Foi difícil ignorar o aparato frente à loja da Hermès em Sidney, na Austrália, de mais um protesto da organização de defesa dos direitos dos animais. Uma organização que tem conquistado cada vez mais apoiantes, alguns bem conhecidos do público.



No outro lado do mundo, outra ativista, prostrava-se da mesma forma, pintada de verde, frente a uma loja em São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos.

Estas iniciativas não são novas e visam sempre criticar o uso de pele de crocodilos e jacarés, nos acessórios da marca de luxo. Principalmente nas malas, um dos produtos ícones da empresa. 

Recorde-se que, recentemente, a cantora e atriz Jane Birkin exigiu à marca Hermès que rebatizasse a mítica carteira em pele de crocodilo com o seu nome, uma das mais caras do mundo, por “práticas cruéis” durante o abate daqueles animais. O modelo foi criado para a cantora e foi batizado com o seu nome em 1984. 

“Exigi à casa Hermès para rebatizar a Birkin Croco até melhores práticas que respeitem as normas internacionais a serem implementadas para o fabrico do saco", disse, em comunicado, a atriz.