A Amnistia Internacional classificou, este domingo, como um retrocesso para os direitos humanos na Indonésia a execução de seis condenados por tráfico de droga, incluindo de um brasileiro, no país atualmente sob a liderança de Joko Widodo.

«Este é um grave passo atrás num dia muito triste. A nova administração tomou posse com a promessa de fazer dos direitos humanos uma prioridade, mas a execução de seis pessoas faz desses compromissos letra-morta», disse o diretor de investigação da Amnistia Internacional no sudeste da Ásia, Rupert Abbott, citado pela agência EFE.

Estas foram as primeiras seis de 20 execuções que o governo indonésio planeia levar a cabo este ano, depois de em 2014 não realizado nenhuma.