François Hollande anunciou, esta quinta-feira, que vai ser decretado o estado de catástrofe natural por causa das cheias que têm afetado o país. De acordo com o presidente francês, a decisão será tomada no próximo Conselho de Ministros, na quarta-feira. 

O chefe de Estado francês revelou ainda que o estado de catástrofe natural será reconhecido a partir de quarta-feira, dia em que se realiza a próxima reunião de Conselho de Ministros do Governo francês e que essa medida abrangerá as regiões mais afetadas pelas intempéries e pelas inundações.

Depois de quatro dias de chuva intensa, com as águas do Sena a atingirem os cinco metros, o governo francês colocou Paris sob aviso laranja.

Esta tarde, o Museu do Louvre foi fechado por causa da subida do rio Sena e todos os visitantes foram retirados do local em segurança para que os trabalhadores consigam retirar as obras de arte que podem ser afetadas com as cheias.

O museu vai continuar fechado ao público amanhã por precaução: não há perigo para o público ou para o staff, mas vai permitir-nos remover certas coleções de arte com calma necessária", revela o email a que a Reuters teve acesso.
 

As fortes chuvas que se têm feito sentido em França aumentaram o caudal dos rios Loire e Sena, tendo afetado várias regiões do país. Aquelas que são já consideradas as piores inundações do último século levaram à evacuação de várias cidades e provocaram a morte de uma mulher.