Um tribunal da Nova Zelândia retomou hoje a análise do processo de extradição para os EUA do informático alemão Kim Dotcom, fundador do portal Megaupload, e de três ex-sócios, apesar de os visados terem pedido a sua suspensão.

Dotcom, fundador do portal de partilha de ficheiros entretanto encerrado, e os seus antigos sócios Mathias Ortmann, Finn Batato e Bram van der Kolk são requeridos pelos Estados Unidos, que os acusam de 13 delitos relacionados com a pirataria informática, crime organizado e lavagem de dinheiro.

O juiz Nevin Dawson suspendeu a 02 de outubro o processo, que teve início a 24 de setembro, para analisar o pedido de suspensão interposto pelos acusados, que se queixaram de não poder aceder aos seus fundos congelados para custear a comparência como testemunhas de especialistas norte-americanos.

O pedido de extradição, feito após a prisão de Dotcom em Auckland em janeiro de 2012 tem sido repetidamente adiado devido a disputas legais relacionadas com as provas.