As operações de busca e salvamento na sequência dos sismos que sacudiram o Japão nos últimos dias, fazendo um total de pelo menos 41 mortos, prosseguiam dificultadas pela chuva e pelas dezenas de réplicas.

Os serviços de emergência continuam as buscas por pessoas que podem ter ficado presas nos escombros de casas que desabaram ou na sequência de deslizamentos de terras na região de Kumamoto, na ilha de Kyushu, a mais afetada, informou a televisão pública NHK.

Segundo o mais recente balanço oficial, o terramoto de 7,3 na escala de Richter, o mais potente, que ocorreu na madrugada de sábado, fez 32 mortos, aos quais se somam nove do primeiro sismo, registado na quinta-feira.

O sismo – de magnitude 7,1 segundo a Agência Meteorológica do Japão e de 7,0 segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS) –, seguido de réplicas menos intensas, figura como o mais forte de uma série de mais de 100 que sacudiram a ilha de Kyushu, particularmente a cidade de Kumamoto, desde quinta-feira à noite.

Após o sismo, uma pequena erupção aconteceu no monte de Aso, cerca das 8:30 (23:30 em Lisboa). De acordo com a televisão NHK, o fumo atingiu os 100 metros de altura.