Terá subido em mais três o número de vítimas mortais na sequência do Irma. Este é o primeiro balanço à passagem do furacão por Porto Rico, elevando o número total de vítimas mortais nas Caraíbas, com Saint-Martin, Barbuda e  Antígua a registarem o maior número.

O governador da ilha de Porto Rico, Ricardo Rosselló, indicou também que o furacão causou a queda de árvores e postes elétricos e advertiu que, embora o Centro Nacional de Furacões tenha suspendido o alerta de furacão, as chuvas ainda podem provocar inundações e situações de perigo.

Segundo Rosselló, mais de um milhão de pessoas (cerca de 69%) na ilha caribenha pertencente aos Estados Unidos não têm eletricidade e mais de 220.000 ficaram sem água.

O número de mortos tenderá a aumentar à passagem do Irma. Numa altura em que  o furacão é temido e esperado com toda a força na costa da Flórida, nos Estados Unidos. Para já contabilidade das vítimas mortais ainda não é segura, sendo certo que são aos milhares dos desalojados dado o elevado rasto, quanse total em alguns casos, como na ilha de Saint-Martin.

A agência AP já referiu 10 mortes e milhares de pessoas sem casa. Esta quarta-feira, as declarações do presidente francês também não deixava margem para dúvidas sobre a catástrofe eminente. Hoje ao ínicio da noite Emmanuel Macron anunciou, no Eliseu, que o balanço das "vítimas a lamentar" à passagem do furacão Irma pelas Caraíbas será "duro e cruel".

Já esta tarde, o próprio primeiro-ministro francês assumiu, citado pela AP que tinha morrido quatro pessoas e não oito em St. Martin.