Um sacrifício a um boi e «conversa» com antepassados para apoiarem o espírito de Nelson Mandela são alguns passos a ser respeitados no funeral do líder anti-apartheid falecido segunda-feira, mas que «fala constantemente» com o neto mais velho.

Os restos mortais de Nelson Mandela seguem no sábado para a localidade de Qunu, no sul, onde o antigo Presidente sul-africano passou parte da sua infância, mas o enterro é reservado a família, que não quer que a cerimónia privada seja transmitida pela televisão.

«Um funeral é uma cerimónia complexa», disse o chefe do clã Thembu, Jonginyaniso Mtirara, que explicou o ritual Xhosa, que vão orientar a cerimónia privada de enterro do líder histórico anti-apartheid.