Madeleine McCann desapareceu a 3 de maio de 2007 na praia da Luz, no Algarve. Vão fazer sete anos. De acordo com a lei britânica, após sete anos como desaparecida, uma pessoa pode ser declarada como «presumivelmente morta», tornando «oficial» a sua morte.

Em declarações ao jornal britânico «The Mirror», a avó de Maddie, afirmou que a menina «ainda pode ser encontrada viva». Alguns amigos do casal garantiram que pedir o certificado de morte «é a última coisa» que passa na cabeça de Gerry e Kate McCann.

Clarence Mitchell, porta voz do casal, também afirmou aos jornalistas que «Kate e Gerry sabem da existência desta lei, mas que ambos ainda acreditam que Madeleine está viva e, por isso, não vão requerer o certificado».

Recorde-se que, recentemente, a polícia britânica revelou ter identificado mais seis casos de crianças inglesas atacadas sexualmente no Algarve, reforçando a convicção de que terá existido um pedófilo nos anos próximos ao desaparecimento de Madeleine McCann.

Ao todo, as autoridades contabilizaram 18 crianças britânicas atacadas no Algarve, num determinado período de tempo - entre 2004 e 2010. Pistas «novas» que vieram dar «esperança» aos pais de Maddie.

A camisola da Super Bock?

Mas além do pedófilo, as autoridades britânicas acabaram de revelar outra pista. O principal suspeito dos ataques poderia usar uma sweatshirt «especial» da marca Super Bock. Um modelo exclusivo que não terá sido vendido, mas apenas oferecido a alguns consumidores da bebida, em bares do Algarve.

Peter Bleksley, ex-agente da Scotland Yard, garantiu em declarações ao jornal «Sunday Express», que alguns familiares das vítimas agora identificadas referem uma camisola com um circulo branco nas costas. O facto de ser uma peça de roupa rara, que não foi vendida ao público, torna mais fácil encontrar os seus proprietários.