Depois do atentado terrorista que vitimou 12 pessoas, na sua maioria jornalistas e cartunistas do jornal, já tinha sido garantida a continuação da publicação, com uma tiragem bem maior do que os 60 mil exemplares que eram publicados até aqui: um milhão de exemplares estarão disponíveis nas bancas.

Willy Le Devin, jornalista do Libération, que cedeu espaço para a equipa do «Charlie Hebdo» se instalar, publicou no Twitter que a equipa já chegou à redação e deu-lhe as boas vindas.

 

«A estupidez não vai ganhar», defendeu esta quinta-feira o cartunista do «Charlie Hebdo», Patrick Pelloux.