Kent Brantly, o médico norte-americano que foi infetado do pelo vírus Ébola na Libéria e, mais tarde transferido para os Estados Unidos, onde se sujeitou a um tratamento com uma droga experimental, já teve alta do hospital, escreve a agência Reuters.

Brantly, de 33 anos, soube que estava infetado em julho passado. Estava a trabalhar num dos centros médicos de combate ao Ébola, na Libéria, onde era diretor, desde outubro de 2013.

O clínico chegou dia 2 de agosto aos Estados Unidos e foi internado em isolamento no hospital da Universidade de Emory, em Atlanta, na Geórgia.

A droga a que Brantly teve acesso é denominada de ZMapp.

Também a missionária norte-americana Nancy Writebol, que tinha contraído o vírus na Libéria, onde trabalhava em organizações de ajuda humanitária cristã, e que recebeu o mesmo tratamento experimental, já teve alta.



«Agradeço a Deus por poupar a minha vida», disse Brantly, durante uma conferência de imprensa em que apelou aos «senhores com influência» para ajudarem a travar o vírus.