Kate Gross, de 36 anos, antiga assessora de Tony Blair e de Gordon Brown, morreu na última quinta-feira, dia de Natal, depois de dois anos de luta contra um cancro no cólon. De acordo com a mãe, Kate morreu pouco depois dos filhos de cinco anos lhe terem pedido para abrir os presentes de Natal.
 

«A Kate morreu em casa, tal como queria, no dia 25 de dezembro, às 6.29 horas», escreveu a mãe de Kate, no blogue «The Nuisance», que a filha alimentava há dois anos e onde escrevia sobre a forma como lidava com a doença.

 
Ainda de acordo com a mãe, Kate morreu ao lado do marido, Billy Boyle, enquanto os filhos desembrulhavam os presentes de Natal.
 

 «Dez minutos antes, o Oscar e o Isaac perguntaram-lhe: 'Já é de manhã?'», pode ler-se ainda no blogue.
 

Além do blogue, Kate relatava ainda a luta contra o cancro na sua página do Twitter e escreveu um livro intitulado «Late Fragments». De acordo com o jornal britânico «Daily Mail», Tony Blair prestou homenagem à entiga assessora e descreveu-a como «uma colega fabulosa, uma líder excecional e uma querida amiga».


«Kate era uma inspiração quando estava entre nós e continuará a ser uma inspiração agora e no futuro», escreveu Blair, «orgulhoso e um privilegiado por ter trabalhado com ela e ter feito parte da sua vida».


Depois de deixar Downing Street, Kate Gross dedicou-se à solidariedade e fundou a Africa Governance Initiative (AGI), que se dedicava a ajudar o continente africano.