Um tribunal de recurso sueco decidiu, esta sexta-feira, manter o mandado de captura pelo fundador da Wikileaks, Julian Assange, confirmando a decisão de um tribunal de primeira instância.

As autoridades suecas querem questionar Assange, que se encontra a viver na embaixada do Equador em Londres, desde 2012, para evitar extradição, por suspeitas de ter cometido uma violação.

O fundador da Wikileaks nega as acusações, mas recusa partir para a Suécia, por receio que seja depois enviado para os Estados Unidos, onde terá de responder pela divulgadção de milhares de documentos confidenciais.

O impasse entre as autoridades suecas e Assange prolonga-se já há seis anos e só deverá expirar em 2020, prazo limite para que seja estabelecida uma acusação em caso de agressão sexual.

O tribunal de recurso partilha a opinião do tribunal de 1.ª instância de que Julian Assange é suspeito de violação”.