Os restos mortais do ex-presidente brasileiro João Goulart, que morreu no exílio durante a ditadura militar, foram exumados, esta quarta-feira, para determinar se foi envenenado.

A exumação, que durou mais de 13 horas, foi coordenada por peritos brasileiros, numa operação em que participaram especialistas de Cuba indicados pela família de João Goulart, assim como da Argentina e do Uruguai, países em que viveu exilado.

O ex-presidente brasileiro morreu a 06 de dezembro de 1976, na cidade argentina de Mercedes, vítima de ataque cardíaco, segundo a versão oficial, e o corpo foi enterrado na sua terra natal, São Borja, no sul do Brasil, sem que tenha sido realizada autópsia.