«Não cometemos o crime [com o cartoon] de que somos acusados. O que fizemos foi um conteúdo jornalístico que critica o Estado Islâmico, que tem propagado a violência em nome da religião. A caricatura ao EI não é uma blasfémia. Todos sabemos que o EI é uma organização não reconhecida na Indonésia e em quase todo o mundo».