Notícia atualizada

Em Gaza, o dia acordou com um bombardeamento em massa por parte de Israel. Cinco palestinianos morreram. O primeiro-ministro, Benjamin Netanyau tinha prometido uma forte retaliação, na sequência da morte de uma criança de quatro anos, ontem, vítima de um ataque do Hamas.

Mas nesta guerra do quem é o quê, correm pelo mundo imagens que fazem lembrar o modus operandi do Estado Islâmico. Mas estas foram recolhidas na Faixa de Gaza. Em pé, homens com uniforme das brigadas al-Qassam, o braço direito do Hamas, de joelhos, homens acusados de colaborar com Israel. Foram executados em praça pública.

As execuções aconteceram em frente de uma mesquita perante centenas de pessoas que saíam da oração semanal de sexta-feira. Ainda assim, o Hamas já veio dizer que não se compara com o Estado Islâmico. O líder Jaled Meshal garante que o grupo «não é um grupo religioso e violento».

Egito propõe novas discussões para tréguas permanentes

O Egito propõe-se realizar uma nova ronda de negociações entre israelitas e palestinianos para discutir uma trégua duradoura em Gaza, onde as hostilidades recomeçaram depois de nove dias de um cessar-fogo temporário, anunciou hoje o presidente palestiniano Mahmoud Abbas.

As autoridades do Cairo vão convidar as delegações palestinianas e israelitas «para retomarem as negociações» e discutirem «uma trégua duradoura», informou o responsável, numa conferência de imprensa no Cairo, após um encontro com o presidente egípcio, Abdel Fattah Al-Sissi.

Pelo menos 81 palestinianos morreram em ataques aéreos israelitas sobre Gaza depois do final das tréguas, na terça-feira.