O vice-presidente da Colômbia, Angelino Garzón, declinou a oferta para se tornar o novo embaixador do país no Brasil por causa do cão. O político alegou que o seu pastor alemão não se iria adaptar às altas temperaturas da capital brasileira.

A «confissão» feita à revista colombiana «Semana» foi seguida de um pedido de desculpas da Colômbia ao Brasil, com a chanceler colombiana, María Ángela Holguín a descrever o episódio como «muito constrangedor».

É que Angelino Garzón tinha explicado, por carta, ao presidente colombiano, Juan Manuel Santos, que rejeitava o novo cargo por razões pessoais e profissionais, sem nunca mencionar o seu cão.

«Quando ele falou em problemas pessoais, esperávamos algo mais sério do que isso. É como se ele não percebesse a importância que o Brasil tem para nós», lamentou a chanceler, que admitiu ter ficado «desapontada» com a atitude do vice-presidente.

Para Holguín, esta situação veio prejudicar ainda mais a imagem da Colômbia na América Latina e o seu papel como um dos principais parceiros comerciais do Brasil.