Três dezenas de investigadores da OSCE, a organização para a segurança na Europa, já chegaram aos arredores de Donetsk, na Ucrânia, para apurar o que provocou a queda do avião das linhas aéreas malaias e cujos destroços se espalham por um raio de 15 quilómetros.

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Um contra-relógio, depois do conselho permanente da organização se ter reunido esta sexta-feira de manhã, de emergência, em Viena, na Áustria.

Como apurou a Reuters, a OSCE já falou por teleconferência com os separatistas pró-russos.

O avião malaio caiu despenhou-se na Ucrânia na quinta-feira, perto da fronteira com a Rússia, e fez 298 vítimas mortais, transformando-se de imediato num dos maiores acidentes aéreos da história, enquanto se conclui o que levou à queda do avião. Das famílias aos chefes de Estados, todos pedem que o caso seja investigado. Os Estados Unidos, que perderam 23 dos seus nacionais, estão convictos de que o avião foi abatido.

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Com contornos diferentes, eta é a segunda tragédia com aviões da Malaysia Airlines em quatro meses. O voo que ligava Pequim a Kuala Lumpur, com uma maioria de passageiros chinesa, continua desaparecido, após semanas e semanas de meios a vasculharem as águas do oceano Índico.