O Estado Islâmico (EI) foi enfraquecido através da ação americana no norte do Iraque, mas para que tenha um fim é necessário combatê-lo também na Síria, disse, esta quinta-feira, o chefe de Estado-Maior das forças americanas.

«Os "jihadistas" sunitas, que tomaram grandes partes de território iraquiano e sírio, podem ser controlados», assegurou o general Dempsey, durante uma conferência de imprensa.

O Estado Islâmico, um grupo de "jihadistas"` extremistas que controlam parte do Iraque e da Síria, são uma ameaça «que ultrapassa tudo que conhecemos» a nível de terrorismo, disse, também hoje, o ministro norte-americano da Defesa, Chuck Hagel.

Jornalista decapitado: caça ao inglês «John»

O Departamento de Estado dos EUA já requereu, na quarta-feira, o envio de quase mais 300 militares para o norte do Iraque, para aumentar a segurança na zona controlada pelos rebeldes do Estado Islâmico, a juntar aos 800 já enviados anteriormente.

Também o senador republicano John McCain pediu, ontem, um aumento dos ataques aéreos norte-americanos na zona e a sua extensão a território Sírio.

McCain justificou o seu pedido com a notícia da decapitação do jornalista norte-americano James Foley, assassinado por apoiantes do Estado Islâmico. O senador considera o Presidente Barack Obama deve ter o acontecimento em conta e deve mudar a sua estratégia para com o grupo.