Carrie Hammer é designer de moda, Danielle Sheypuk é psicóloga clínica. Têm profissões diferentes e fisicamente são também diferentes, já que Danielle «vive» numa cadeira de rodas.

A estilista não é, no entanto, indiferente aos casos destas mulheres, embora habituada aos estereótipos de beleza da moda. Começou por quebrar esses estigmas, ao fazer história na semana da moda em fevereiro, ao fazer rolar na passerelle mulheres em cadeiras de rodas.

Carrie defende que a roupa é que deve servir as mulheres e não as mulheres que devem servir na roupa. E Danielle é disso exemplo, já que a sua beleza não foi ofuscada pela cadeira.

O exemplo da passerelle de Nova Iorque foi só o princípio. Estas duas mulheres bonitas, ativas e empreendedoras, querem passar a sua mensagem muito além da passerelle e até do muito da moda. Quebrar barreiras e destruir estigmas.

As duas mulheres estão agora empenhadas em passar a mensagem e inspirar outros casos, como constatou a «Elite», num vídeo publicado esta semana.