A polícia da Indonésia garantiu esta sexta-feira a segurança na capital, Jacarta, depois dos atentados, na véspera, cuja autoria foi reivindicada pelo grupo extremista Estado Islâmico, que resultou em sete mortos, incluindo cinco atacantes, e que fez duas dezenas de feridos. Três suspeitos foram detidos já esta sexta-feira. 

“A situação agora é muito segura”, disse aos jornalistas o chefe das relações públicas da Polícia Metropolitana, Mohammad Iqbal.


As autoridades reforçaram a segurança nos pontos-chave da cidade que, na manhã de quinta-feira, foi palco de múltiplas explosões e de tiroteios no bairro de Jalan Thamrin, uma zona central da capital, onde se localizam vários hotéis e restaurantes frequentados por estrangeiros, e escritórios da ONU.

A Starbucks reabriu os seus cafés em Jacarta, à exceção daquele que foi afetado pelo atentado. Uma das explosões teve lugar à porta de um café do Starbucks, resultando em ferimentos num cliente.

Sete pessoas, incluindo cinco atacantes, morreram após múltiplas explosões e tiroteios ocorridos na manhã de quinta-feira numa zona central da metrópole.

A polícia da Indonésia deteve já esta sexta-feira três pessoas pela suspeita de estarem relacionadas com o ataque ocorrido na quinta-feira em Jacarta, cuja autoria foi reivindicada pelo grupo extremista Estado Islâmico, informam meios de comunicação locais.

As autoridades indonésias entraram em ação ao início do dia, com rusgas a uma casa situada no subúrbio de Depok, no sul da capital, onde dormiam os três suspeitos, declarou o oficial Dwiyono à cadeia televisiva MetroTV.

Bahrun Naim foi identificado pela polícia como o "cérebro" dos ataques em Jacarta, reivindicados pelo Estado Islâmico, comandando as operações a partir de Raqqa, a capital na Síria do grupo jihadista radical.