Milhares de apoiantes da oposição do Camboja voltaram hoje a protestar, sob forte vigilância, contra as controversas eleições que permitiram ao primeiro-ministro, Hun Sen, prolongar o seu mandato de quase três décadas.

O Partido de Resgate Nacional do Camboja (PRNC), que tem boicotado o parlamento por causa das controversas eleições de julho, exigiu uma investigação independente às alegações de fraude eleitoral, indicou que o protesto se estende por três dias.

«A manifestação massiva, e não-violenta, (...) organizada pelo PRNC visa reivindicar justiça para as pessoas, que são os eleitores, no que diz respeito às irregularidades eleitorais», disse o partido, liderado por Sam Rainsy, num comunicado.