Sessenta e sete pessoas vão ser julgadas devido ao assassínio, em junho de 2015, do procurador-geral do Egito, indicou no domingo o Ministério Público, em comunicado.

A 29 de junho de 2015, uma viatura armadilhada explodiu no Cairo à passagem da comitiva de Hicham Barakat, o mais alto magistrado egípcio.

O procurador-geral, de 64 anos, ficou gravemente ferido e morreu no hospital na sequência do atentado, cuja autoria nunca foi reivindicada.

Segundo o Ministério Público, os suspeitos eram membros da Irmandade Muçulmana, organização islamita banida e decreta "terrorista" em dezembro de 2013, que "conspiraram" com ativistas do Hamas.

A data de início do julgamento não foi divulgada no comunicado.