Uma norte-americana com diagnóstico de cancro terminal descobriu que os tratamentos a que foi submetida durante vários meses, não eram necessários uma vez que o diagnóstico tinha sido um erro.

Herlinda Garcia, com 54 anos, tinha sido informada cancro da mama em fase IV no ano de 2009. Mais tarde, durante uma ida a um médico para controlar a ansiedade provocada pelas sessões de quimioterapia, teve de realizar novos exames que indicavam que estava saudável, uma vez que não tinha qualquer tipo de cancro.

Os novos exames num especialista em Houston, no Texas revelavam que ela nunca tinha tido cancro e uma investigação posterior concluiu que o médico, no entanto falecido tinha interpretado mal os resultados do laboratório.

Durante as várias sessões cansativas de quimioterapia, a mãe de quatro filhos, passou por uma depressão e chegou a elaborar uma «bucket list», onde escreveu tudo o que gostava de fazer antes de morrer. «Estava tudo inchado, perdi minhas sobrancelhas, as minhas pestanas. Queria desistir de tudo», confessou, citada pelo Daily Mail.

Quanto ao novo resultado a mulher mostrou-se aliviada, mas confessou que foi frustrante perceber que tudo a que foi submetida foi um erro. «Quando fui informada que estava no quarto nível do cancro terminal, depositei a toda a minha confiança no médico».

Com a experiência do falso diagnóstico, Herlinda processou o hospital que lhe diagnosticou o cancro e recebeu 367 mil dólares, cerca de 280 mil euros, pelo sofrimento causado.