Um estudo publicado, esta quinta-feira, pela Universidade de Harvard conclui haver provas suficientes para acusar vários dirigentes do exército birmanês por crimes de guerra e contra a Humanidade cometidos na ofensiva contra a guerrilha de uma minoria étnica.
 
O estudo centra-se nas operações levadas a cabo, entre 2005 e 2008, por duas unidades do exército birmanês contra a guerrilha da minoria karen no município de Thandaung, estado Kayen, no leste do país.
 
A investigação conclui que os soldados birmaneses «dispararam morteiros contra aldeias, contra civis que fugiam, destruíram casas, implantaram minas (…) e capturaram e executaram civis».