Entre as várias presenças










«Devemos demonstrar a nossa solidariedade com o Charlie Hebdo, sem esquecer todos os outros Charlies do mundo. É inaceitável que representantes de países que silenciam os jornalistas tirem partido do atual momento de emoção para tentarem melhorar a sua imagem internacional e depois continuem as suas políticas repressivas quando regressarem a casa. Não devemos deixar os predadores da liberdade de imprensa cuspir nas campas do Charlie Hebdo».


















As palavras da presidente da Assembleia da República