O presidente da pequena aldeia Bretteville-le-Rabet, Normandia, no norte de França, Dominique Leboucher, foi, alegadamente, assassinado e castrado, esta quinta-feira, por um homem que o acusou de ter um caso com a sua mulher, uma conselheira municipal.

O suspeito é um eletricista de 39 anos, residente na mesma aldeia, sem antecedentes criminais e que terá cometido suicido após o crime.

Segundo o «Le Figaro», a polícia já abriu uma investigação para apurar as circunstâncias do crime, mas pelo que indicou a procuradora, Catherine Denis, a mutilação terá acontecido após o homicídio. Porém, a procuradora não reconhece que exista uma ligação entre os dois homens.

«O elo entre o presidente e o suspeito não está provado nesta fase», afirmou Catherine Denis.

Fontes do jornal francês contaram que o alegado homicida terá tido um ataque de raiva quando descobriu a suposta infidelidade da mulher.

«Rebentou-lhe um fusível. Ele não suportava que a mulher fosse para as reuniões do conselho à noite, de onde tinha acabado de chegar», afirmou um reformado que esteve 22 anos na câmara da aldeia.

A mulher do alegado homicida foi hospitalizada e não pôde ser ouvida por se encontrar em estado de choque.

O resultado das autópsias deverão ser conhecidas terça-feira.