O Japão executou esta terça-feira dois condenados à morte por vários homicídios ocorridos nos anos 1990, elevando para 21 o número de execuções realizadas sob o Governo do primeiro-ministro conservador, Shinzo Abe, revelou o Ministério da Justiça.

Os dois homens, de 44 e 69 anos, figuram como os primeiros a serem executados desde 13 de julho, altura em que a pena capital foi aplicada a outros dois condenados pelo mesmo crime.

O Japão é, a par com os Estados Unidos, o único país industrializado e democrático que mantém a pena de morte.

A reticência de Tóquio em renunciar a esta prática tem sido duramente criticada por organizações como a Amnistia Internacional.