A organização extremista Estado Islâmico (EI) executou 1 878 pessoas na Síria desde junho último, quando proclamou um califado na Síria e no Iraque, denunciou este domingo a organização não-governamental Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH).

Segundo os dados da OSDH, 1175 pessoas assassinadas eram civis, das quais quatro eram menores e oito eram mulheres.

Esta ONG assegura que constatou as mortes e acrescenta que as vítimas perderam a vida por disparos, foram degoladas, decapitadas ou lapidadas. O Observatório, que conta com um grande número de voluntários no terreno, acrescentou que mais de 930 das vítimas eram da tribo Al Sahitat, que resistiu ao avance do EI na província de Deir al Zor.