"O governo saudita apoia, por um lado, os movimentos terroristas e extremistas e, ao mesmo tempo, utiliza a linguagem da repressão e da pena de morte contra os seus opositores internos (…) ele [governo] vai pagar um preço elevado por estas políticas", disse Ansari Jaber, citado pela agência de notícias iraniana IRNA.

As declarações de Ansari Jaber surgem na sequência do anúncio da execução, na Arábia Saudita, de 47 pessoas condenadas por terrorismo, entre as quais a Nimr Baqir al-Nimr, figura da contestação contra o regime saudita.

Estas são as primeiras execuções de 2016 na Arábia Saudita, um país ultraconservador que executou 153 pessoas em 2015, segundo uma contagem realizada pela agência France Presse (AFP) com base em números oficiais.