Donald Trump já tinha avisado, logo no início de março, que iria impor tarifas mais altas às importações de aço e de alumínio. Na reação, a Comissão Europeia garantiu que iria responder com firmeza às medidas protecionistas dos Estados Unidos. O presidente norte-americano logo avisou que as guerras comerciais eram "boas" e fez mesom ouvidos moucos, uma vez que esta quinta-feira anunciou a aplicação de taxas alfandegárias às importações de alumínio e aço. 

E é uma medida para aplicar no muitíssimo curto prazo: dentro de 15 dias. Canadá e México ficam excluídos “por agora” destes direitos aduaneiros.

O anúncio da Casa Branca foi feito pouco tempo antes de o presidente norte-americano, Donald Trump, assinar os documentos relativos à aplicação de uma tarifa aduaneira de 25% às importações de aço e 10% às de alumínio.

O seu argumento é o de que os produtores dos EUA precisarem de ser protegidos por questões de segurança nacional.

Os países afetados pelas tarifas estão a ser convidados a negociar isenções, um a um, se conseguirem resolver a ameaça que as suas exportações colocam aos EUA.

A demissão do principal Conselheiro Económico da Casa Branca deu a Trump um impulso para impor tarifas às importações de aço e alumínio. Nos últimos dias, quando a intenção era ainda só uma ameaça, a Europa prometeu responder na mesma moeda, com taxas sobre produtos americanos como os jeans da Levi's, as motas Harley-Davidson ou o Whiskie Bourbon.