Os norte-americanos responderam ao massacre na discoteca ‘gay’ da cidade de Orlando com doações de sangue que não se viam desde os atentados do 11 de setembro de 2001, informaram fontes da organização OneBlood.

Susan Forbes, da comunicação da organização de recolha de sangue, disse à agência de notícias Efe que cerca de 35 mil pessoas tinham dado sangue naquela cidade da Florida, consternada pelo massacre, que resultou em 50 mortos e 53 feridos.

Após o anúncio de que os hospitais precisavam de sangue para tratar os feridos, milhares de pessoas fizeram longas filas para doar sangue.

"A comunidade respondeu de maneira instantânea e neste centro de recolha de sangue vieram entre cinco e sete mil pessoas, números sem precedentes e similares aos registrados após os atentados do dia 11 de setembro de 2011", disse.

No entanto, a OneBlood alertou para a necessidade de se manter, nos próximos dias, este fluxo, já que os feridos podem precisar de muito sangue e as reservas podem cair a qualquer momento.