A candidata à Presidência dos EUA pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, aceitou na segunda-feira fazer três debates na televisão com o rival do Partido Republicano, Donald Trump, durante a campanha para as eleições de novembro.

Os debates estão marcados para 26 de setembro e 9 e 19 de outubro, sendo que Trump criticou as duas primeiras datas por coincidirem com jogos do campeonato nacional de futebol americano e haver o risco de terem pouca audiência por causa disso.

A comissão que organiza os debates presidenciais respondeu à candidatura de Trump que "é impossível evitar todos os eventos desportivos" e lembrou que "nunca um debate foi reprogramado" por coincidir com um jogo.

Cinquenta republicanos que exerceram funções importantes na segurança nacional norte-americana denunciaram na segunda-feira a ignorância e incompetência do candidato à Casa Branca do partido, Donald Trump, considerando que seria “o presidente mais perigoso da história” do país.

De acordo com a AFP, a denúncia foi feita através de uma carta aberta cujos signatários trabalharam na Casa Branca, no Departamento de Estado ou no Departamento da Defesa, para os presidentes republicanos, de Richard Nixon a George W. Bush.

Sem apelarem ao voto na candidata democrata, Hillary Clinton, escrevem claramente, na carta publicada pelo jornal The New York Times, que nenhum deles vai votar em Donald Trump.

Pais de norte-americanos mortos em ataque em Bengasi processam Clinton

Os pais de dois norte-americanos mortos num ataque ao consulado dos EUA em Bengasi (Líbia) em 2012 apresentaram esta terça-feira queixas na justiça contra Hillary Clinton, então secretária de Estado, acusando-a de ter causado aquelas mortes por negligência.

A queixa contra Clinton, atualmente candidata do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos, foi interposta pela organização Freedom Watch em nome de Patricia Smith, mãe do diplomata Sean Smith, e de Charmes Woods, pai de Tyrone Woods, funcionário da CIA.

No ataque ao consulado, por extremistas islâmicos, morreu também o então embaixador dos EUA na Líbia, Chris Stevens, e outro funcionário da CIA, Glen Doherty.