A mãe do jornalista Kenji Goto, o refém japonês, cuja execução foi anunciada este sábado pelo grupo Estado Islâmico (EI), afirmou este domingo «estar sem palavras», após a morte do filho.

«É deplorável, mas o Kenji partiu. Não consigo encontrar palavras para descrever como me sinto», disse Junko Ishido, entre lágrimas, aos jornalistas, na sua casa num subúrbio de Tóquio, segundo imagens transmitidas pela televisão pública NHK.

O grupo radical Estado Islâmico divulgou, este sábado, um vídeo, cuja autenticidade está a ser analisada, em que mostra a decapitação de Kenji Goto, capturado na Síria em outubro último, o segundo refém japonês executado no intervalo de uma semana.