«É o meu filho»



Imagens retiradas dos vídeos onde alegadamente apareceu Jihadi John




«A mãe reconheceu a voz e gritou “é o meu filho”, enquanto ele falava, antes da decapitação do primeiro refém norte-americano. (…) Quando voltaram a passar o vídeo, o pai teve a certeza que era o seu filho», precisou uma fonte relacionada com a investigação no Kuwait. 


«Espero, todos os dias, ouvir a notícia da sua morte», terá dito aos investigadores.



«Não sou um extremista»








«Pessoas inocentes foram mortas. O que aconteceu era errado. Se eu tivesse oportunidade de trazer de volta essas vidas, fá-lo-ia», diz.



«Depois de tudo o que vos contei, vocês continuam a afirmar que eu sou extremista?», terá questionado então Mohammed, de acordo com a gravação agora divulgada pelo CAGE e citada pela SkyNews.




Viveu num bairro de classe média da capital do Reino Unido e estudo na Universidade de Westminster



já tinha pensado suicidar-se


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