“Tive um encontro cara a cara com um tubarão. Coisas que acontecem quando se nada nas Canárias, em dezembro”, contou, citada pelo The Telegraph. “Notei algo a puxar o meu braço esquerdo, mas não prestei atenção porque senti como se fosse um cão quando morde na brincadeira”.



“Voltei à costa a nadar crawl, mas senti outro puxão, mais intenso desta vez. Meio segundo depois senti algo a agarrar-me. Virei-me e vi-o puxar-me. Era um peixe. Bati-lhe com a minha mão direita e vi as barbatanas do tubarão, enquanto fugia. Tudo aconteceu muito rápido, em segundos. Apesar de não ter sido um ataque doloroso, não me apercebi do quão grave era até sair da água”.

“Houve vezes em que caí da bicicleta ou que me queimei enquanto cozinhava que doeram mais”.






“Duvido que uma coisa deste género volte a acontecer nos próximos 50 anos, por isso as pessoas não devem ter medo”.